7/08/2011

A água que o seu Nelson não bebe...

Depois de muita discussão, rodoviários conquistam melhorias no final da linha do Paar Ver o Peso

Essa é a água que a empresa viação Forte mandou pros rodoviários do Paar Ver o Peso depois da pralisação de hoje.  A categoria não aceitou a provocação da empresa e ameaçou seguir parada até que fosse tomada alguma providência. Os representantes da Forte chegaram no final da linha trazendo eletricistas para concertar os problemas na fiação do local, onde quando se ligava o bebedouro a lâmpada se apagava, e trazendo um camburão de água amarelada. Depois de muita discussão, a patronal se comprometeu de até as 19h de hoje resolver o problema da água consertando a bomba.



Uma comissão de rodoviários estará fiscalizando o cumprimento dos prazos, no caso de não ser respeitado, a categoria volta a paralisar amanhã.

O SINTRAM parabeniza os rodoviários da Paar Ver o Peso, pois é só assim, unidos e mobilizados que conseguiremos garantir conquistar e não permitiremos que situações como essa se repitam.

Rodoviários do Paar Ver o Peso paralisam por melhores condições de trabalho

Os trabalhadores rodoviários da linha Paar ver o Peso, da empresa Viação Forte realizam paralisação a partir das 11h dessa sexta-feira, 08/07. A pauta de reivindicação da categoria são melhores condições de trabalho.

De acordo com Reginaldo Cordeiro, do Sindicato dos Rodoviários de Ananindeua e Marituba (SINTRAM), “a situação nos finais de linha é a pior possível. Não tem água nos banheiros, nem água para beber depois que o rodoviários termina sua corrida. Na semana passada paralisamos a Autoviária Paraense pelos mesmos motivos”.

“Isso só demonstra a falta de vontade das empresas em cumprir com a última data-base de nossa categoria. Seguiremos a paralisação até que a empresa se manifeste nos chamando para negociação”, completou o sindicalista.

Mais informações: Márcio Amaral 8708 3849
Reginaldo Cordeiro: 8218 6142

6/30/2011

Rodoviários da linha Almir Gabriel em nova greve

Os 82 rodoviários da empresa Autoviária Paraense que fazem a linha Almir Gabriel/Ver-o-Peso e Almir Gabriel/Presidente Vargas cruzaram os braços ontem, no final da linha no conjunto Almir Gabriel, em Marituba, para exigir melhorias nas condições de trabalho. A paralisação, que durou 12h, deve acontecer todos os dias, até que a empresa resolva atender às reivindicações dos funcionários.
De acordo com o diretor financeiro do Sindicato dos Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintram), Reginaldo Cordeiro, existe uma pauta de reivindicações que deve ser levada para a empresa. “O final da linha do ônibus é dentro de um bar, pois os rodoviários não têm nem onde descansar. Para beber água ou ter um papel higiênico, os trabalhadores precisam fazer coleta. E isso é um direito deles”. As principais exigências são melhores condições de trabalho e uma jornada de apenas sete horas.
Segundo Reginaldo, a situação vivida pelos rodoviários já foi encaminhada para o Ministério do Trabalho e para a Superintendência Regional do Trabalho, mas até agora nada foi feito.

6/29/2011

Rodoviários paralisam contra péssimas condições de trabalho

Os trabalhadores rodoviários da empresa Autoviária Paraense das linhas Almiir Gabriel Ver o Peso, Almir Gabriel Presidente Vargas e Marituba Iguatemi irão paralisar a partir das 10h de hoje suas atividades.

O motivo da mobilização são as péssimas condições dos finais de linha desses ônibus. De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Ananindeua e Marituba (SINTRAM) Márcio Amaral, “os rodoviários reclamam que a empresa não fornece água para beber. É preciso fazer uma coleta para poder ter água e material para a limpeza dos banheiros”.

“Além da questão estrutural, a Autoviária segue obrigando seus trabalhadores a fazerem as chamadas viradas de serviço, o que faz com que um rodoviário que deveria ter no máximo 8h de jornada trabalhe até 14 horas por dia, um absurdo”.

O sindicalista confirma que os trabalhadores só irão voltar as atividades quando a empresa se comprometer em resolver o problema.

Mais informações: Márcio Amaral 8708 3849
Reginaldo Cordeiro: 8218 6142

6/06/2011

Maranhão: Greve dos rodoviários de São Luis

Todo apoio à greve dos rodoviários!

Chega de repressão!

A greve dos trabalhadores do transporte urbano de São Luís adentra o 4º dia sem que se tenha chegado a um acordo.
Hoje (26/05) a Polícia Militar prendeu um rodoviário e espancou brutalmente um piquete da greve no anel viário. Cerca de 500 rodoviários se manifestam no centro da cidade e se concentram em frente ao prédio do sindicato. A polícia segue atirando com balas de borracha e bombas de gás contra os manifestantes.

A greve só continua, por ganância dos empresários de transporte que não querem atender às reivindicações da categoria.

Por outro lado, o Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão numa clara demonstração de servir aos interesses dos empresários determinou o funcionamento de 80% da frota durante a greve, decretou o bloqueio da conta do sindicato dos rodoviários, com multa diária de R$50 mil pelo descumprimento da decisão.

Como se não isso, a grande mídia também criminaliza ou esconde o movimento colocando a população contra os trabalhadores.

A patronal quer impedir que os trabalhadores exerçam um direito que é constitucional que é o direito de greve.

Somos solidários aos companheiros rodoviários que de maneira justa reivindicam seus direitos e conclamamos aos movimentos sociais e à população em geral que apóiem a greve.

UNIDOS PRA LUTAR
São Luís, 26 de maio de 2011

5/24/2011

Ananindeua analisa tarifa de ônibus

O Departamento Municipal de Trânsito de Ananindeua (Demutran) iniciou ontem um estudo para definir o valor da tarifa de ônibus no município, que não acompanhou o aumento fixado para R$ 2 para os ônibus de Belém. A situação tem gerado dúvidas constantes entre passageiros e até rodoviários sobre onde cobrar cada valor.

Por hora, o diretor geral do Demutran, Filippe Bastos, diz que tarifa em Ananindeua permanece R$ 1,85, pelo menos até o parecer da comissão técnica que analisa a tarifa. “A comissão é formada por quatro servidores e, a partir da análise deles, podemos decidir por acatar a nova tarifa ou fazer um estudo sobre um valor mais compatível para Ananindeua, podendo até decidir não aumentar o valor.”

Segundo Bastos, é preciso discutir a tarifa do ponto de vista real do sistema de integração municipal, que é permitido pela Demutran. “Não tínhamos intenção de aumentar a tarifa do município, nem fomos consultados pelo conselho, então decidimos manter o valor de R$1,85 aqui e orientamos que as empresas só podem cobrar R$ 2 quando ultrapassarem o limite entre os municípios e estiverem em Belém”.

Bastos afirma que empresas como a Viação Guajará já tiveram veículos apreendidos por cobrar o valor indevido em Ananindeua: “não importa se a garagem da empresa é em Belém, ele tem que cobrar outra tarifa no nosso município. Se algo assim acontecer a população tem que denunciar. Agora se a empresa de Ananindeua resolver cobrar R$ 1,85 em Belém, para nós está certo, inclusive aguardamos a liminar da Justiça para impedir que a tarifa de R$ 2 vigore aqui”.

No último dia 13, a Prefeitura de Ananindeua entrou com uma ação civil pública, com pedido de liminar, para impedir que o aumento da passagem de ônibus em Belém passe a vigorar também no município.

De acordo com o Demutran, Ananindeua possui 14 operadoras de ônibus metropolitano, sete cooperativas e uma empresa de transporte urbano. O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintram) acha que a análise que o Demutran começou a fazer da planilha homologada pelo prefeito Duciomar Costa é o mais prudente a se fazer no momento. “Nem o Demutran nem nós fomos chamados para a reunião do conselho”, afirmou Reginaldo Cordeiro, diretor do sindicato.

Cordeiro acrescentou que o sindicato irá aguardar o parecer e que apoia a ideia de que não haja reajuste. “O nosso papel é evitar o conflito entre os usuários e os trabalhadores das empresas de ônibus, porque muitas vezes o cobrador vem sendo responsabilizado, mas ele não tem culpa pela mudança da tarifa”.

Para denunciar cobrança irregular, os usuários devem procurar o Demutran, pelo telefone 3346-5450. (Diário do Pará)
 

5/18/2011

O Liberal: Rodoviários de Ananindeua vão à justiça contra passagem de R$ 2


Victor Furtado
Da Redação

O impasse entre as Prefeituras de Belém e Ananindeua sobre a cobrança da passagem de ônibus a R$ 2 tem dificultado a vida de passageiros, motoristas e cobradores. O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (Sintram) protocolou ontem, no Ministério Público do Estado do Pará (MPE-PA), uma medida cautelar para evitar a cobrança diferenciada em cada cidade. A divisão dos municípios está sendo o inacabado Pórtico Metrópole, a passarela em frente ao shopping center Castanheira, na rodovia BR-316. Quem mais sofre são usuários do Passe Fácil (cartão usado para vale transporte e meia-passagem), pois os validadores dos ônibus não são programados para cobrar tarifas diferentes, sendo que o valor cobrado sempre é de R$ 2 sem direito a troco.

O presidente do Sintram, Márcio Amaral, explicou que a medida cautelar foi protocolada no MPE-PA, no Demutran e na Companhia de Transportes do Município de Belém (Ctbel) e pede intervenção judicial sobre as empresas que não cumprirem a notificação do Demutran para cobrar somente R$ 1,85. Porém, não há como controlar os validadores digitais, pois o controle é do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel).
"Há rodoviários apanhando de usuários. Para evitar, por conta e risco, os trabalhadores estão cobrando R$ 1,85 mesmo dentro de Belém. Mas permanece a cobrança de dois preços e isso é absurdo. As empresas exigem R$ 2 ao passar pelo limite dos municípios. Já houve confusões que acabaram na polícia. Isso deve ser pressão dos empresários para que os rodoviários paralisem o sistema e obriguem o aumento em Ananindeua. Nós somos contra o aumento, inclusive em Belém", declarou Amaral.

Fonte: http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=533056